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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Um a menos na enfermaria.


Aos poucos, o departamento médico do Corinthians vai ficando vazio. Nesta quinta-feira, um dia depois da vitória por 3 a 2 de virada sobre o Santos, na Vila Belmiro, o zagueiro Chicão e o volante Ralf voltaram a treinar levemente com bola no gramado do CT Joaquim Grava.

Apesar disso, o único que tem chance de enfrentar o Internacional, domingo, às 16h, no Beira-Rio, é Ralf. Ele não atua desde 11 de setembro, quando torceu o tornozelo esquerdo contra o Grêmio, no Pacaembu. Depois disso, passou a ser dúvida constante. Mesmo relacionado, acabava vetado nos vestiários.

A situação de Chicão é mais séria. O zagueiro teve um problema no joelho direito no dia 29 de agosto, frente ao Vitória, e foi afastado pelos médicos. Apesar de ter voltado a treinar no gramado, ainda mostra certo receio em alguns movimentos e terá de recuperar parte do condicionamento físico para ser relacionado.

O atacante Dentinho, em fase final de recuperação de uma lesão na coxa esquerda, sequer foi ao gramado. O mesmo aconteceu com Ronaldo, buscando superar as dores na panturrilha esquerda. Ambos permaneceram na sala de fisioterapia ao lado dos atletas que atuaram na Vila Belmiro.

Para encarar o Colorado no domingo, o Corinthians terá a volta do volante Paulinho, que cumpriu suspensão pelo terceiro cartão amarelo. Caso Ralf não atue novamente, ele entrará no lugar de Boquita para formar o trio de marcadores com Elias e Jucilei.

Quem trabalha é lembrado.


Elias terá de provar nos dois amistosos que fará com a Seleção Brasileira na Europa que pode estar no processo de renovação implantado por Mano Menezes. Mas, no dia em que recebeu a notícia de sua primeira convocação, o volante não mostrou muita preocupação com a qualidade do futebol que terá de apresentar nos duelos em 6 e 13 de outubro. O temor é pelo trote, já anunciado pelo amigo Ronaldo Fenômeno.

- O Ronaldo falou que tem um ritual quando você é convocado pela primeira vez, mas não quis falar qual é. Estou mais preocupado com isso do que com o jogo. É chegar lá e jogar a mesma bola daqui, com o mesmo empenho e dedicação – afirmou.

Pelo Twitter, Ronaldo já tratou de aterrorizar o companheiro de Timão. Assim que Mano Menezes anunciou os convocados, o craque postou uma mensagem dizendo que ensinaria a Elias os rituais da primeira convocação. Entretanto, até o encerramento do treinamento desta quinta-feira, no CT Joaquim Grava, ainda fazia mistério.

- Ele não quis contar. Só falou para me preparar para o ritual. Ele diz que implantou isso na Seleção e que é para eu me preparar porque sempre tem uma surpresa – acrescentou Elias.

Na primeira convocação de Mano Menezes, o corintiano chamado foi Jucilei. Apesar de também estar estreando na Seleção, o volante não foi submetido a nenhuma brincadeira. Mesmo assim, voltou com um novo apelido: Gilmar Fubá, volante campeão mundial pelo Timão, em 2000.

Um puxãozinho de orelhas. Apenas isso.


Bruno César leva bronca do elenco do Corinthians

O líder do Campeonato Brasileiro também tem seus problemas. O meia Bruno César, por exemplo, não gostou de atuar mais avançado nos últimos jogos do Corinthians. Levou uma bronca do técnico Adilson Batista e até dos seus companheiros.

"O grupo conversou com o Bruno e pediu para ele ter mais noção e lembrar que existem outros jogadores. O Ronaldo e o Roberto Carlos não reclamam de nada aqui. Como o resto vai reclamar? O time é o mais importante", afirmou o zagueiro Paulo André, nesta sexta-feira.

Adilson Batista citou a insatisfação de Bruno César no instante em que instruía os atletas sobre a viagem a Porto Alegre, onde o Corinthians enfrentará o Internacional no domingo. Os demais, então, mencionaram a postura dos astros Ronaldo e Roberto Carlos como exemplos para o meia de 21 anos.

Bruno César chegou ao Corinthians depois de se destacar pelo Santo André no último Campeonato Paulista. Demorou a ser utilizado pelo técnico Mano Menezes, porém logo produziu o suficiente para ficar com a camisa 10.

Após alcançar a artilharia do Campeonato Brasileiro, no entanto, Bruno César estagnou nas últimas rodadas. Seguiu com nove gols marcados e foi ultrapassado por Elias (do Atlético-GO, com 10), Washington (do Fluminense, também com 10) e Jonas (do Grêmio, com 12 gols.

Na vitória por 3 a 0 sobre o Grêmio Prudente, Bruno César apontou uma gripe e o seu posicionamento como dois dos motivos para a queda do seu desempenho. Adilson Batista preferiu recuar Jorge Henrique para a armação e utilizar o seu meia mais aberto, formação que deu resultado também no clássico contra o Santos.

Em entrevista publicada no jornal Lance! desta sexta-feira, Bruno César se queixou: "Todos estão vendo que meu rendimento caiu. Isso é fato. Eu também não estou jogando bem e tenho a minha autocrítica. Todos também estão vendo que eu não estou na minha posição. Estou jogando aberto, diferentemente do momento em que fui contratado".

Para o defensor Paulo André, o Corinthians não pode permitir que o caso prejudique a boa campanha na competição. "Estamos vivendo um momento legal e bonito. Nenhuma vaidade pessoal deve nos atrapalhar. Ainda mais se for um negócio pequeno como esse", repreendeu.

Mais experiente, o atacante Iarley tentou minimizar o protesto de Bruno César. "Isso não vai nos afetar em nada. O Bruno é um garoto tranquilo, calado. Ele não se envolve com deslumbramento nem com salto alto. O Adilson chamou a atenção dele só para sabermos que é um jogador especial para o time, jovem", defendeu.

"Aprendemos com esse episódio. O grupo entende que o Bruno externou uma situação de cabeça quente", perdoou Paulo André. "A gente resolveu isso internamente. Se o Adilson precisar de um zagueiro, o Bruno César vai. Pronto. Já é", encerrou Iarley.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

100 ANOS DE SOFRIMENTOS E GLÓRIAS. "PARABÉNS TIMÃO"


Ah Corinthians!!

Palavra por mais que tentem, não dá para descrevê-la

Corinthians nome importado do time inglês e como na lingua inglesa há palavras sem tradução, Corinthians parece ser uma delas.

Como traduzir em palvras o sentimento proporcionado por um Pacaembú lotado? Ou por um grito ainda mais inflamado após o gol em um adversário?

Um sentimento que só aumentou, mesmo após 23 anos sem vencer.

E que alegria de soltar o grito após um gol em que a bola teimava não entrar. Eu com 22 anos não vi o gol do Basílio (Não ao vivo, mas na TV passou mais que o milésimo do Pelé). Mas vi o gol redentor de Elivélton em 95, que nos livrou do fantasma verde de 93 e 94. O de Ricardinho quando a marcha funebre já tocava em 2001.

Vi também um time fantástico que fez um Índio Campeão do Mundo em 2000. Abrilhantando ainda mais uma história que já tinha:

O pé de anjo Basílio, o pé de anjo Marcelinho, o Dr. Sócrates, o polêmico Neto, o calado Carlitos, o folclórico Biro-Biro(ou Lero-Lero, para o não menos folclórico V.Matheus), a raça de Zé Maria, Ezequiel e Wilson Mano, o canhão de Célio Silva e tantos outros personagens que seria quase impossível lembrar.

E claro, que a sua inseparável Fiel Torcida na vitória e na derrota, neste casamento em que não se promete nada ao padre, mas é impossível de descumprir qualquer promessa feita.

Fiel verdadeira autora desse “livro sem fim”, que fez grande o time de várzea do Bom Retiro e que hoje sonha em ver o Timão, um dos maiores do Mundo.

Parabéns Corinthians pelo seu Centenário!!!

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

VOU SENTIR SAUDADES DESTE PALCO ETERNO





POR QUE NÃO ITAQUERA?

É evidente que o presidente Lula, como corintiano de carteirinha e a bordo da maior aprovação popular, segundo as pesquisas, de todos os tempos da República, tem interesse na construção do estádio de Itaquera e que ele venha a ser sede da abertura da Copa no Brasil.

É evidente que o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, demoliu o Morumbi, pedra a pedra, por razões de foro íntimo e por politicalha.

Assim como é evidente que a falta de habilidade para conduzir o processo por parte do presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, pavimentou esse caminho sem volta – a exclusão do estádio tricolor como candidato único da cidade de São Paulo à abertura da Copa do Mundo de 2014.

Aliás, durante esse processo, Juvenal abriu outra frente de batalha que acabaria, por fim, se fundindo à outra, ao tratar com soberba e até desprezo o presidente corintiano Andrés Sanchez, nas negociações sobre o uso do Morumbi pelo Corinthians, em jogos domésticos e nacionais.

Andrés prometeu o troco em alto estilo. É o que está fazendo, sem dúvida, ao anunciar o estádio de Itaquera como um projeto destinado apenas a atender as necessidades de seu clube, mas abrindo a perspectiva de ampliar suas instalações para poder atender às exigências da Fifa (leia-se, Ricardo Teixeira) para o jogo de abertura da Copa.

O governador interino Alberto Goldman e o prefeito Kassab, antes tão apegados ao projeto Morumbi, subitamente mudaram de rumo, ao sabor dos ventos eleitorais que sopram para as bandas da Zona Leste, e passaram a avalizar o Itaquerão. Entre outras coisas, porque no Morumbi vale muito mais preservar o Palácio do Governo que o estádio.

Bem, este é o cenário em que os agentes dessa trama atuam, às vezes, em parcerias, às vezes, em solos próprios, segundo minhas depreensões.

Outra coisa, bem diferente, é a construção do estádio de Itaquera em si mesmo.

Belas são as palavras do presidente corintiano quando diz que o Corinthians tem uma dívida com a Zona Leste da cidade, núcleo central e histórico da grande nação alvinegra. E, realmente, se há uma região desta megalópole que merece atenção especial do poder público é essa. Tudo que for feito de infraestrutura ao redor do futuro estádio será pouco e necessário.

Claro, essas coisas deveriam independer de eventos como a Copa. Mas, entre o ideal e o real vai uma distância de Itaquera a Wembley. E, se a imensa população daquela região tiver de ser beneficiada por descaminhos como esse, meno male.
Outras belas palavras do cartola corintiano são as que prometem não haver nenhuma perspectiva de uso de dinheiro público na obra em si, o que é fundamental. Estádio, sim, mas com grana particular. Dinheiro público só para obras públicas, que atendam as necessidades da população.

Ora, palavras somem com o vento, dirá o amigo mais cético. É verdade. Mas, o fato é que Andrés Sanchez prometeu, na campanha para presidente do Corinthians, acabar com as reeleições sucessivas, que construíram no clube verdadeiros impérios no passado. E cumpriu sua palavra. Logo que assumiu, mudou os estatutos do clube e já avisou que cumprirá estritamente o que lá ficou escrito.

Ao contrário, por exemplo, de Juvenal Juvêncio, que, acenando com a bandeira da reforma do Morumbi para a Copa do Mundo, quebrou a longa e proficiente tradição tricolor de não se permitir senão uma única reeleição, de dois em dois anos. Ampliou seu reinado até 2014, com todos os ônus que o clube teve de arcar nesse período insólito da vida tricolor.

Portanto, até prova em contrário, não há que se duvidar das palavras de Andrés Sanchez.

E, se assim for, por que não Itaquera em vez do Morumbi?

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Eu também achos "eles muito chatos"




Artilheiro do clássico, Elias não esconde o sorriso
Pela segunda vez seguida, o volante Elias foi decisivo na vitória do Corinthians sobre o São Paulo. O volante marcou os dois primeiros gols do triunfo por 3 a 0, no Pacaembu, e revelou que tem uma motivação extra para enfrentar o Tricolor: a chatice dos torcedores são-paulinos, em especial um amigo, que lhe telefonou antes do clássico deste domingo.

No outro encontro entre Corinthians e São Paulo nesta temporada, Elias marcou o primeiro gol do triunfo corintiano por 4 a 3, em partida válida pela primeira fase do Campeonato Paulista.

"Tenho um amigo são-paulino chato, que me liga todo dia. São-paulino é tudo chato, com todo o respeito. Ele me ligou antes do jogo, perguntou se eu ia aprontar e eu falei brincando que não ia nem jogar. Depois do jogo ele não me ligou ainda. Acho que vai ficar uns dois meses sem falar comigo", brincou o volante corintiano, que já tem três gols no Brasileirão.

Ainda em tom de brincadeira, o camisa 7 corintiano citou a sorte para tentar explicar o porquê é tão decisivo contra o São Paulo. Para Elias, lances como o do primeiro gol deste domingo servem de exemplo: "acho que é a sorte aliada com a competência. No primeiro gol, a bola estava indo reto, quicou no chão, fez uma curva e saiu do Rogério, mas se eu não tivesse chutado, não tinha acontecido".

Com a vitória por 3 a 0 conquistada no Pacaembu, o Corinthians atingiu a marca de dez confrontos consecutivos sem derrota para o São Paulo. A última vitória tricolor aconteceu em fevereiro de 2007, pelo Campeonato Paulista.


" Cara. Sou obrigado a concordar com o Elias. Ultimamente esses sãopaulinos se tornaram muito chatos. Tudo deles é melhor e mais bonito. Caracas, assim não dá, né?"

Abraços.

domingo, 15 de agosto de 2010

NÃO VAMOS FAZER BESTEIRAS COM ESSE GAROTO!



Apesar da derrota na tarde deste domingo na Ressacada , o Corinthians teve um destaque especial na partida: Bruno Cesar. O camisa 10 marcou os dois gols do Timão no jogo e se isolou na artilharia do Campeonato Brasileiro, com oito marcados.
Após brilhante atuação contra o Avaí, o jogador se mostrou feliz pelos gols, porém lamentou a derrota de sua equipe. O meia afirmou ser normal tropeços durante o campeonato e disse que o Corinthians está no caminho certo.

- É, a gente fica feliz de estar fazendo os gols, de estar ajudando a equipe do Corinthians, mas a gente não saiu com a Vitória. Uma hora a gente
empata, outra perde ou ganha. É manter o foco no trabalho que está sendo bem feito - disse o camisa 10.

Bruno César aproveitou para elogiar o técnico Adilson Batista, recém-chegado ao clube. Este foi o terceiro jogo do treinador no comando do time: uma vitória (Flamengo), um empate (Palmeiras) e a derrota deste domingo.

- Ele me deixa bem à vontade pra se movimentar, cair nas costas dos volantes, tanto pra direita, quanto pra esquerda, ele me deixa solto. A gente sabe que nos lados do campo tem que estar jogando de frente, cair do lado direito, esquerdo, pra ter uma boa movimentação - explicou o meia.

O Timão terá pela frente na próxima rodada o clássico contra o São Paulo, e o talismã se mostrou animado para o confronto de domingo no Pacaembu.

- A expectativa é grande. Quando se fala de um clássico a auto estima aumenta, a semana fica diferente. Se a gente fizer um bom jogo contra o São Paulo, voltar a vencer, dará uma tranquilidade na competição - afirmou Bruno César.


“Depois de tantas promessas que passaram pelo Timão e, depois de tantos erros cometidos com essas promessas. Vejo agora uma jóia lá pelos lados da fazendinha. Não vamos fazer as mesmas coisas que fizemos com o Lulinha. Muita calma nessa hora.”

sábado, 14 de agosto de 2010

EU ACREDITO NELE. E VOCÊ?




Foi histórica a passagem do Ronaldo pelo Timão.

Que o Ronaldo não precisa provar mais nada para ninguém isso é fato!
Também não é chamado de “Fenômeno” por acaso.

Fora isso, seu poder de recuperação na vida é algo digno de um filme, já que tantas vezes desacreditado, Ronaldo em todas elas sempre deu a volta por cima e com muito estilo e pompa.

Mas, a impressão que passa agora é que ele está prestes a parar, afinal, esse ano praticamente Ronaldo está sem atuar, além de estar visivelmente fora de forma, inclusive, parece estar tão gordo ou igual quando chegou ao Corinthians no final de 2008.

Mesmo assim, não duvido nada que ele ainda entre em campo faça uma outra jogada de efeito e até mesmo marque um gol, no entanto, acredito que o Ronaldo deverá encerrar a carreira no final desse ano.

E só não parará antes porque todas as ações de marketing do Corinthians e os seus patrocinios estão atrelados ao próprio Fenômeno.

Enfim, gordo ou não, a passagem do Ronaldo pelo Corinthians além de histórica, foi também um sucesso dentro e fora de campo!