sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Petiscão.




Ingredientes
500 g de mandioca cozida
Sal a gosto
1 gomo de lingüiça calabresa
300 g de salame fatiado
1 xícara (chá) de picles
1 limão fatiado
Óleo para fritar


Modo de Preparo
1.Em uma panela coloque o óleo e deixe aquecer
2.Coloque as mandiocas e deixe até dourar
3.Escorra bem, salpique sal e reserve
4.Em uma panela coloque 2 colheres (sopa) de óleo e coloque as lingüiças
5.Misture sempre e deixe até dourar
6.Retire e reserve
7.Em uma travessa ou tábua coloque separadamente as mandiocas fritas, a lingüiça frita, o salame, o picles e o limão
8.Sirva a seguir

Um a menos na enfermaria.


Aos poucos, o departamento médico do Corinthians vai ficando vazio. Nesta quinta-feira, um dia depois da vitória por 3 a 2 de virada sobre o Santos, na Vila Belmiro, o zagueiro Chicão e o volante Ralf voltaram a treinar levemente com bola no gramado do CT Joaquim Grava.

Apesar disso, o único que tem chance de enfrentar o Internacional, domingo, às 16h, no Beira-Rio, é Ralf. Ele não atua desde 11 de setembro, quando torceu o tornozelo esquerdo contra o Grêmio, no Pacaembu. Depois disso, passou a ser dúvida constante. Mesmo relacionado, acabava vetado nos vestiários.

A situação de Chicão é mais séria. O zagueiro teve um problema no joelho direito no dia 29 de agosto, frente ao Vitória, e foi afastado pelos médicos. Apesar de ter voltado a treinar no gramado, ainda mostra certo receio em alguns movimentos e terá de recuperar parte do condicionamento físico para ser relacionado.

O atacante Dentinho, em fase final de recuperação de uma lesão na coxa esquerda, sequer foi ao gramado. O mesmo aconteceu com Ronaldo, buscando superar as dores na panturrilha esquerda. Ambos permaneceram na sala de fisioterapia ao lado dos atletas que atuaram na Vila Belmiro.

Para encarar o Colorado no domingo, o Corinthians terá a volta do volante Paulinho, que cumpriu suspensão pelo terceiro cartão amarelo. Caso Ralf não atue novamente, ele entrará no lugar de Boquita para formar o trio de marcadores com Elias e Jucilei.

Quem trabalha é lembrado.


Elias terá de provar nos dois amistosos que fará com a Seleção Brasileira na Europa que pode estar no processo de renovação implantado por Mano Menezes. Mas, no dia em que recebeu a notícia de sua primeira convocação, o volante não mostrou muita preocupação com a qualidade do futebol que terá de apresentar nos duelos em 6 e 13 de outubro. O temor é pelo trote, já anunciado pelo amigo Ronaldo Fenômeno.

- O Ronaldo falou que tem um ritual quando você é convocado pela primeira vez, mas não quis falar qual é. Estou mais preocupado com isso do que com o jogo. É chegar lá e jogar a mesma bola daqui, com o mesmo empenho e dedicação – afirmou.

Pelo Twitter, Ronaldo já tratou de aterrorizar o companheiro de Timão. Assim que Mano Menezes anunciou os convocados, o craque postou uma mensagem dizendo que ensinaria a Elias os rituais da primeira convocação. Entretanto, até o encerramento do treinamento desta quinta-feira, no CT Joaquim Grava, ainda fazia mistério.

- Ele não quis contar. Só falou para me preparar para o ritual. Ele diz que implantou isso na Seleção e que é para eu me preparar porque sempre tem uma surpresa – acrescentou Elias.

Na primeira convocação de Mano Menezes, o corintiano chamado foi Jucilei. Apesar de também estar estreando na Seleção, o volante não foi submetido a nenhuma brincadeira. Mesmo assim, voltou com um novo apelido: Gilmar Fubá, volante campeão mundial pelo Timão, em 2000.

Um puxãozinho de orelhas. Apenas isso.


Bruno César leva bronca do elenco do Corinthians

O líder do Campeonato Brasileiro também tem seus problemas. O meia Bruno César, por exemplo, não gostou de atuar mais avançado nos últimos jogos do Corinthians. Levou uma bronca do técnico Adilson Batista e até dos seus companheiros.

"O grupo conversou com o Bruno e pediu para ele ter mais noção e lembrar que existem outros jogadores. O Ronaldo e o Roberto Carlos não reclamam de nada aqui. Como o resto vai reclamar? O time é o mais importante", afirmou o zagueiro Paulo André, nesta sexta-feira.

Adilson Batista citou a insatisfação de Bruno César no instante em que instruía os atletas sobre a viagem a Porto Alegre, onde o Corinthians enfrentará o Internacional no domingo. Os demais, então, mencionaram a postura dos astros Ronaldo e Roberto Carlos como exemplos para o meia de 21 anos.

Bruno César chegou ao Corinthians depois de se destacar pelo Santo André no último Campeonato Paulista. Demorou a ser utilizado pelo técnico Mano Menezes, porém logo produziu o suficiente para ficar com a camisa 10.

Após alcançar a artilharia do Campeonato Brasileiro, no entanto, Bruno César estagnou nas últimas rodadas. Seguiu com nove gols marcados e foi ultrapassado por Elias (do Atlético-GO, com 10), Washington (do Fluminense, também com 10) e Jonas (do Grêmio, com 12 gols.

Na vitória por 3 a 0 sobre o Grêmio Prudente, Bruno César apontou uma gripe e o seu posicionamento como dois dos motivos para a queda do seu desempenho. Adilson Batista preferiu recuar Jorge Henrique para a armação e utilizar o seu meia mais aberto, formação que deu resultado também no clássico contra o Santos.

Em entrevista publicada no jornal Lance! desta sexta-feira, Bruno César se queixou: "Todos estão vendo que meu rendimento caiu. Isso é fato. Eu também não estou jogando bem e tenho a minha autocrítica. Todos também estão vendo que eu não estou na minha posição. Estou jogando aberto, diferentemente do momento em que fui contratado".

Para o defensor Paulo André, o Corinthians não pode permitir que o caso prejudique a boa campanha na competição. "Estamos vivendo um momento legal e bonito. Nenhuma vaidade pessoal deve nos atrapalhar. Ainda mais se for um negócio pequeno como esse", repreendeu.

Mais experiente, o atacante Iarley tentou minimizar o protesto de Bruno César. "Isso não vai nos afetar em nada. O Bruno é um garoto tranquilo, calado. Ele não se envolve com deslumbramento nem com salto alto. O Adilson chamou a atenção dele só para sabermos que é um jogador especial para o time, jovem", defendeu.

"Aprendemos com esse episódio. O grupo entende que o Bruno externou uma situação de cabeça quente", perdoou Paulo André. "A gente resolveu isso internamente. Se o Adilson precisar de um zagueiro, o Bruno César vai. Pronto. Já é", encerrou Iarley.